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Claudemir Silva. Tecnologia do Blogger.

Missiologia

Lindo este post e sua frase de efeito, mas lamentavelmente este chavão não é verídico em boa parte da igreja brasileira. E porque dizemos isto? É simples, por causa dos números! Ouvimos da boca de um tele-evangelista de uma das maiores denominações do movimento pentecostal que somos quase 50 milhões de protestantes no Brasil. Segundo outras fontes, existem 400 mil igrejas no país tupiniquim e infelizmente não temos nem 5.000 mil missionários transculturais no campo. 


Missões, deveria ser a batida da Igreja, mas ela estar muito ocupada com campanhas, parlamentos, publicidades, show e programas de televisão. A verdade é que o número de cristãos tem aumentado, isto é um fato, mas, em contrapartida, têm ocorrido uma diminuição no número de missionários transculturais enviados ao campo. 

Missões DEVERIA ser a batida, mas algumas ekklesias com minúsculo tem feito alarido por outras coisas. Os Batistas (uma parte) ainda são no Brasil quem mais leva a sério a obra missionária. Já outras denominações, sem querer ofender ninguém, pois congrego numa Assembleia de Deus e esta tem buscado cumprir o seu dever, estão se levantando, porém num âmbito geral, o ritmo é lento, pois o coração desta EKKLESIA pulsa muito mais forte e intensamente por outras coisas e não missões.

As pesquisas dizem que se calculássemos o valor que é ofertado para obra missionária e se dividíssemos pelo número de protestantes brasileiros, teríamos o equivalente ao valor de uma coca cola como contribuição para cada membro do corpo de Cristo no cenário nacional. Ou seja, cada um de nós estaríamos enviando ao campo missionário o valor referente de uma coca cola! Muito pouco não?

Missões DEVERIA ser a batida e o foco da igreja, mas parte da EKKLESIA dorme não sabendo o que é missões, ficando indiferente a Grande Comissão, fazendo barulho em seus arraiais ao priorizarem "tocar os céus" enriquecendo, construindo tabernáculos luxuosos, gastando dinheiro no que não é pão e enterrando seus vocacionados. DEVERIA ser a batida da Igreja, mas está faltando o peso do sangue de Cristo em muitos corações, falta compaixão e investimento por povos e nações que estão perecendo sem Jesus.

Missões deveria ser a batida da Igreja, mas a história se repete e a síndrome da Geração Babel acompanha boa parte do povo de Deus que só se preocupa consigo, só querem vem a nós e no reino dos outros nada! 

Que Deus tenha misericórdia dos empresários da religião, pois seus corações não batem pelo clamor dos povos, mas pela lã da ovelha! O fato é que a sensibilidades de alguns revertendos não estar na alma que perece, mas na "manutenção" da fé de seus templos.  

Um Convite à Reflexão Sobre a Missão Transcultural Brasileira

Já reparou quantas vezes Deus teve que recomeçar? Logo no jardim, depois com Noé, Abraão, Moisés… A cada nova geração Deus reafirma seu propósito de seguir adiante. Faz isto assegurando novas oportunidades a antigos parceiros, ou conferindo a novos parceiros a oportunidade de compartilharem de seus sonhos. Deus é otimista. Sonhador. Persistente.

A encarnação de Jesus e todo projeto de igreja é um recomeço. O perdão Nele nos garante que recomeçar é possível. Ele estabeleceu o padrão e nos encoraja a fazer o mesmo, seja nos relacionamentos, seja conosco mesmos, seja com a missão que compartilhamos. Ser filho de Deus, parecido com Cristo, é estar aberto a recomeçar.

É chegado o tempo de recomeçar a missão! Esta tarefa cabe a todos nós, igrejas, agências, pastores, líderes, missiólogos, professores e missionários. Se formos sábios, aprenderemos da nossa história. Nossa geração, formada aos pés de Lausanne e Comibam, aprendeu que podíamos “missionar” e o fizemos. O caminho da missão, contudo, cobrou seu preço e muitos foram ficando à beira do caminho.

Não é meu propósito aqui alistar as razões. Basta dizer que, creio eu, houve sacrifício e compromisso, como também ingenuidade e imaturidade em todos os lados. É tempo de lembrar que o caminho da missão não é outro, senão o da cruz. Não devemos esperar pela multidão. Ela não virá. Precisamos ter coragem de olhar para a cruz. Atrás dela, reencontraremos o caminho da missão.

Em nossos dias de projetos (urbanos), igrejas (“em célula” e “com propósitos”), redes (ministeriais) e um “jeito gospel” de ser, é preciso parar e silenciar. Por certo escutaremos a voz do pastor: “Ainda tenho ovelhas em outros apriscos!” Elas ainda estão lá, entre os povos distantes, onde nosso investimento em pessoas, tempo, recursos e oração é muito maior do que talvez estivéssemos cônscios. Mas é para lá, também, que o nosso pastor está indo. Precisamos renovar nosso compromisso de seguí-lo.

Neste recomeço, será necessário pensarmos a missão de maneira diferente. Levanto aqui algumas áreas:
Projetos e Vocação – nossas igrejas estão mais organizadas, com pessoal profissionalmente qualificado exercendo cargos de liderança. Ganhamos em administração, planejamento e qualidade. Porém, gradualmente, passamos a enxergar vocações missionárias como “projetos”. Até que ponto isto é saudável e onde começa a causar problemas?

Missionários, pastores e vocacionados devem ter uma visão de ministério clara, articulada e que desemboque em projetos relevantes para o avanço do Reino. Não se discute também a necessidade de transparência e prestação de contas. Positivamente, como resultado desta política missionária, vários que não tinham foco nem estratégia ministerial, repensaram suas vocações e cresceram.

O contra-ponto é que muitas famílias, com chamado comprovado e projetos relevantes em andamento, têm sido “informadas” de que seus “projetos” não fazem mais parte da visão da igreja e que, portanto, “eles próprios”, não serão mais sustentados. Ora, o missionário não é o projeto que desenvolve. Projetos têm começo, meio e fim. Vocação não. Estamos valorizando mais empreendimentos do que pessoas?
São vários os efeitos nefastos desta política: perdemos excelentes missionários, causamos crises muitas vezes irreparáveis em suas famílias, e de quebra, abortamos muitas outras vocações que nem sequer serão consideradas.

Pense comigo: não foi com nossa bênção que deixaram empregos, família e foram enviados? E agora, em nome de uma administração mais profissional, mudamos as regras no meio do jogo e os abandonamos, ou melhor, “re-alinhamos nossos investimentos missionários?” Vemos isto acontecer todos os dias nas empresas e governos por aí fora. Mas na família de Deus…

A questão é complexa. Cremos que tudo deve ser julgado à luz da Palavra, mas se não ensinamos nossos líderes a pensar e a fazer teologia, como seremos capazes de dialogar com o mundo à nossa volta e responder de forma profética? Fica a pergunta, onde estão arraigados os princípios que regem este modelo?

Proponho que nossas igrejas invistam mais tempo no processo de seleção dos missionários que irão se associar. Sejam pessoas “da casa” ou não, é vital que tenham uma visão de ministério compatível com a da igreja, que trabalhem no foco missionário da igreja (seja missões urbanas, povos indígenas, muçulmanos, etc). 

Depois de feita esta primeira triagem, acompanhe-os durante um, dois ou até mesmo três anos. Visite-os no campo. Perceba suas prioridades, seu coração, a forma com que se comunica, seu testemunho. Caso haja empatia, associe-se. Caso não, comunique com transparência. Mas uma vez feita a parceria, que seja para tnda viDa.
 
Alvo Final – qual é o alvo final de nossos esforços missionários: novas igrejas ou missionários no campo? Parece desnecessário perguntar, mas se avaliamos nosso discurso e prática… Quando queremos motivar uma igreja, dizemos: enviem missionários! Para saber se uma igreja é missionária, perguntamos: quantos missionários vocês têm! Será que perdemos o foco?
Pela maneira que pregamos e anunciamos, está claro que perdemos o foco na plantação de igrejas e transferimos nossa expectativa para o envio do indivíduo em si. A grande maioria de nossos referenciais estão voltados para o missionário ao invés da presença da igreja.

Biblicamente falando, porém, enviamos pessoas para que iniciem comunidades, novas igrejas. É para isto que fomos chamados. Nós anunciamos, testemunhamos, ensinamos e reunimos os discípulos em comunidades que se edificarão mutuamente, reproduzindo-se em novas comunidades. Ou seja, “igreja gera igreja” e não somente “igreja gera missionário”.

Perfil do Missionário – um outro causador de desânimo foi o retorno prematuro de muitos enviados. Preparo inadequado, crise com liderança e falta de recursos foram identificados. Mas será que o próprio perfil dos missionários (jovens, solteiros ou com poucos anos de casamento, recém formados ou com pouca experiência ministerial) não pode ser considerado o fator primário deste retorno?

Algumas destas “vocações” não passavam de entusiasmo juvenil. Outras, porém, eram genuínas e foram perdidas por falta de sabedoria nossa, que lhes enviamos. Se fossem selecionados com mais critério, treinados com mais excelência, supervisionados e pastoreados com mais carinho, sustentados apropriadamente, ainda estariam no campo.

É preocupante o fato de diminuirmos cada vez mais a idade do envio e em contrapartida, enviarmos esta turma para campos transculturais cada vez mais resistentes. Muitos voltam por não conseguirem equacionar o chamado à ausência de frutos e dificuldades no sustento, coisas que poderiam ser trabalhadas aqui, com mais tempo e supervisão. Se insistirmos neste perfil, maiores serão as baixas, e com elas, cada vez mais igrejas resistirão a enviar outros.
 
Há ainda o fator cultural, pois a grande maioria das culturas ainda não alcançadas valoriza a maturidade, os cabelos brancos, as rugas. Nossos jovens, apesar de toda boa vontade e energia, não são ouvidos pelos que de fato tomam decisões! Muito do que classificamos como “resistência ao evangelho” nada mais é do que resistência ao perfil de mensageiros que temos enviado.

Proponho então que incentivemos vocações missionárias entre casais com mais de 40 anos, maduros na fé e na vida, com sabedoria para ministrar, pregar e aconselhar outras famílias. Estes casais maduros, com ferramentas profissionais apropriadas (mesmo conhecimentos práticos em culinária, eletricidade, mecânica, etc) teriam o respeito da comunidade e seriam aceitos mais facilmente.

Até mesmo pessoas aposentadas com boa saúde e disposição, fortes na fé, podem e devem ser enviados. Seu testemunho, antes mesmo de abrirem a boca, já fala alto. Como líder de uma agência missionária por 11 anos, tive a oportunidade de enviar pessoas assim, e posso lhe garantir, vale a pena!

Oferta Missionária – várias igrejas desistiram de investir em missões por problemas de caixa. Alguns membros carregaram o piano por um tempo, mas esgotaram-se. Será que nosso problema é de fato econômico? Ou será que podemos ver esta equação de um outro ponto de vista?

É triste ver várias igrejas com visão abrindo mão da missão por problemas financeiros. Mais triste ainda é saber que nosso coração corrupto acompanha nosso tesouro. Conseqüentemente, quanto menos investirmos em missões, menos capazes de amar os que estão longe seremos! Sabemos que coisas importantes, vitais, não podem ser descartadas. É preciso lutar por aquilo que acreditamos.

Se a falta de entusiasmo é sua: Engaje-se! Nada melhor do que o pastor, você mesmo, entusiasmando a congregação! Volte à Bíblia em busca de renovação e inspiração. Abra espaço na agenda do púlpito para a “missão” novamente. Pregue uma série sobre isto. Visite a biblioteca do seminário de novo. Se o seu pessoal de missões não conseguiu motivar a igreja a investir, coloque outras pessoas. A história está repleta de exemplos de igrejas e pastores que perseveraram em tempos difíceis e foram abençoados.

Caso seu time de liderança seja o empecilho, vetando todo e qualquer investimento missionário, volte ao discipulado! Estude de novo a Bíblia com eles. Mostre-lhes o valor de fazer algo eterno na vida de comunidades inteiras. Leve-os para visitar hospitais, creches, presídios na redondeza. Lembre-os que é isto que nossos missionários estão fazendo, do outro lado do oceano, em meio a um povo que nunca teria a oportunidade de ouvir do amor de Deus, se nós não estivéssemos investindo na vida deles! Conviva e invista em seu time de liderança até que captem sua visão. Não os culpe. Assuma você uma nova postura. Eles o seguirão e apoiarão, quando e somente se, perceberem que você valoriza a missão.

Talvez seja necessário mudar de sistema de arrecadação. Se a “oferta missionária anual” não funcionou, coloque a verba missionária no orçamento. Não funcionou também, promova jantares, pizzas, cantinas… Se mesmo assim não der certo, busque parcerias com outras igrejas, busque orientação. Faça o necessário, todo o possível, mas não jogue a toalha!

A igreja brasileira tem todos os recursos para fazer a obra missionária para qual fomos convocados. Nosso problema não é econômico, é “espacial”: onde colocamos o nosso coração. É bem possível que tenhamos que voltar à Bíblia e pregar sobre mordomia, finanças, prioridades, Reino… Mas mesmo aqui, uma advertência: não permita que uma teologia enferma estrangule seu orçamento. Já é hora de ensinarmos abertamente a doutrina neotestamentária de que 100% pertencem ao Senhor.

É preciso recomeçar a missão. Lance mão de toda fé que conseguir juntar. Volte a ler a respeito. Informe-se sobre o que Deus está fazendo hoje, o que fez nos últimos 5 anos. Você se surpreenderá! Ele ainda tem planos maravilhosos para a igreja brasileira. E você e eu, certamente, podemos fazer parte disso. Comece de novo!
Foi pastor de missões da Igreja Batista de Água Branca, SP e Diretor Executivo da MIAF. Atualmente é membro da Equipe da Sepal em Londrina e responsável pela rede de plantação de igrejas do Projeto Brasil 2010 e Amanecer, na América Latina.

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História das Missões – Primórdios Missionários
O “ide” foi comissão exclusiva da Igreja. Esteve ausente no período anterior. Israel deveria obedecer a Deus e viver a fé, mais do que difundi-la. Fora chamado para guardar mandamentos e não para pregá-los ao mundo.

O kerigma (proclamação) era de judeu para judeu. Os profetas tinham uma mensagem para seu próprio povo e ainda que algumas vezes a mensagem transcendesse as fronteiras estava de alguma forma relacionada a ele. Verdade é que foi dito a Abraão “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.1), mas o judaísmo não tornou-se em momento algum uma religião missionária. Seriam sua fé no Deus único e sua firme obediência os instrumentos de Deus para influenciar os povos em volta.
 
Claro que o espírito missionário já tinha suas sementes nos livros sagrados da Antiga Aliança. O livro dos Salmos, por exemplo, estavam repletos de referências às nações adorando a Deus (Sl 57.9; 72.11; 117.1). Também nos profetas isto era patente (Is 61.11; Jr 4.2; Ez 38.23). Todavia, era mais a afirmação de um fato que haveria de ocorrer do que de uma missão a ser levada a efeito. Sementes para o tempo futuro. Missão e consciência missionária estratégica. Assim como pode existir consciência missionária sem missões, também pode haver missões sem consciência missionária. Prova disto, é que Israel de fato exerceu um papel missionário, mesmo sem Ter qualquer incumbência neste aspecto. Mulheres como Raabe e Ruth, eram gentias que foram convertidas ao Deus de Israel, logo nos primórdios da nação e não se deve pensar que eram casos únicos.

Se a diáspora judaica não é fruto de uma visão missionária de Israel com certeza foi fruto de uma estratégia missionária de Deus. Ao serem espalhados entre as nações da terra, eles plantaram uma fé monoteísta em diversos povos. Daniel e seus amigos são exemplos clássicos. No contexto de Atos este fato é óbvio. Os prosélitos, gentios convertidos ao judaísmo, formaram a ponte que iria levar o cristianismo aos gentios (At 2.10 6.5 13.43).

Em seu Fator Melquisedeque, Don Richardson apresenta exemplos de povos afastados que guardavam vestígios da fé em um Deus único e sua ação redentora. Culturas politeístas tinham traços da fé bíblica que muitas vezes foram usados pelos missionários para explicar o Evangelho, como fez Paulo no Areópago.
Se esta fé é resultado do inerente monoteísmo do coração humano (Rm 1.18) ou se tem raízes históricas no espalhamento de Israel é difícil dizer. Em muitos casos, porém a influência dos judeus dispersos é evidente.

O Pentecoste também foi uma estratégia missionária por parte de Deus. Haviam judeus de todas as nações embaixo do céu (At 2.5). Muitos deles retornaram para seus países de origem levando a fé no Messias (2.41). Tão eficaz foi a tática que muitos supõem ter sido esta a origem da igreja em Roma. De fato isto é bastante plausível, uma vez que Paulo encontra judeu-cristãos que haviam sido expulsos de Roma pelo imperador Cláudio (At 18.2) e segundo o historiador Suetônio em sua “Vida dos Doze Césares”, o culpado era um judeu chamado Chrestos (provavelmente corruptela de Cristo). O caso do etíope também é bastante característico (Atos 8). Segundo Eusébio, foi propagador da fé em seu povo.

Estes casos se tratam de um tipo de “missões ao inverso”. Não se vai até o povo destinatário. Este vem até o local, recebe a mensagem, e volta com ela. Este quadro retrata bem um tipo de missão que não requer necessariamente uma consciência missionária. Foi um tipo de “missão espontânea”, comum ao judaísmo e que no cristianismo foi provocado por perseguições.

São o embrião de uma consciência missionária, acompanhada de um movimento missionário que iniciando nos dias dos apóstolos continuam até hoje, buscando anunciar o Evangelho a “toda criatura”.

Caso sui generis -Para não sermos injustos, Israel teve sim um caso de missionário enviado aos gentios – Jonas. Rico em mensagem, este curto livro é distifto el muitos pontos. Ao invés de mensagens proféticas, uma narrativa. Ao invés de profecia messiânica, um tipo messiânico. Ao invés da história de um juízo sobre Israel, a redenção de uma cidade gentia.

E foi comissionado por Deus a pregar em e para uma cidade fora de Israel. E teve sucesso. Classificá-lo como primeiro missionário aos gentios não é frase de efeito, é a realidade. Mas ele permanece como a exceção em meio a regra. Ou melhor, como um tipo profético do espírito missionário que permearia a posterior História da Igreja em toda era cristã.

Eis aqui um pouco da força latente do movimento missionário, que então explodiria para fazer do cristianismo um movimento que haveria de abranger o mundo todo, proclamando a toda tribo, língua e nação que Jesus é o Senhor!

Eguinaldo Hélio de Souza


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| 2008 |