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Claudemir Silva. Tecnologia do Blogger.

26 de fev de 2014

O Suicídio em Burkina Faso

Recentemente um conhecido nosso da etnia dagari se suicidou e por conta deste fato, descobrimos uma nova faceta da cultura burkinabe. Diante desta tragédia, aprendemos que algumas etnias burkinabé interpretará o suicídio como uma maldição. Culturalmente quando alguém morre e é sepultado na cidade, dependendo de sua religião, seus parentes partirão para o vilarejo de seu nascimento para fazer sacrifícios e rituais aos ancestrais. Porém, quando há suicídio esta tradição ritualística não acontecerá pelo fato do suicídio ser visto como maldição diante do povo. Outro ponto importante, quando o membro étnico falece, seus compatriotas vão ao enterro para prestar as últimas homenagens e despedidas para com o defunto. Mas, por causa do suicídio, dependendo da religião, os parentes não irão no lugar da morte, não virão ver o corpo nem não participarão do funeral. Outra coisa, culturalmente o corpo deve ser enterrado no mesmo lugar onde o defunto se suicidou. No caso do nosso conhecido, ele não foi enterrado no mesmo lugar, porque a casa onde ele morava era alugada, logo o proprietário não aceitou tal prática, seguramente porque não pertencia a mesma etnia.

Rachid o Peixe Dando Fruto

Rachid (camisa branca), o peixe que o profeta falou para mi num sonho cuidar porque ele daria frutos! Ele se converteu, se batizou e atualmente é meu auxiliar técnico na escolinha de futebol Meninos de Ouro. Através deste rapaz temos ganho sua família para Jesus. Sua irmã, seus irmãos e esta semana sua mãe muçulmana (ex) nos procurou falando de mais uma revelação que teve com o Senhor e depois de escutá-la, falamos uma vez mais de Jesus e ela desta vez decidiu confessá-lO como Salvador. Agora nosso foco é integrá-la no Corpo de Cristo, um desafio ainda muito maior num país onde a profissão de fé é um processo. No caso desta senhora uma barreira e tanta, haja vista que seu marido é um muçulmano, ex católico e o seu cunhado um marabou (feiticeiro). Peço que orem pela família Yameogo, para que todas as barreiras caiam por terra.

 

O BOGOLAN

O nome Bogolan vem de Bogo, que significa "argila" no dialeto bambara, todavia a definição exata de Bogolan é literalmente "resultado da terra". Mas, o que é o Bogolan? O Bogolan é um tecido de tiras de algodão de três cores, um pouco grosso e pesado feito manualmente por meio da imersão ou por meio de um pincel bem rudimentar. Originário do Mali, este tecido é muito antigo e sua origem remonta aos caçadores. Conta-se que os caçadores bambara constataram que os animais selvagens, acostumados com a cor branca de suas vestimentas, fugiam na hora da caça, dificultando seus trabalhos. Então, para se camuflarem, os caçadores procuraram uma maneira de se tingir. Foi daí que eles criaram uma decoração feita a partir das folhas e caules de uma árvore chamada galama, que era uma mistura da cor amarelo-bege. Apesar desta primeira tentativa, ainda assim os animais reconheceram esta cor, então os caçadores foram obrigados a mudarem a cor da tintura para um tom mais escuro que eles denominaram de ocre foncé (nome da cor). Esta nova tonalidade era uma mistura da casca da árvore moída e fervida depois com água. Tempos depois, com intuito de decorar suas roupas nasceu uma terceira cor obtida a partir de uma terra argilosa diluída na água com um produto secreto. Atualmente os Bogolans são usados ​​para decorar as roupas de príncipes e de ministros que na cultura burkinabe eles chamam de notáveis em francês. Como geralmente nesses tecidos os africanos retratarão parte da cultura dos vilarejos, normalmente os ocidentais comprarão esse pano para servirem de adornos e decoração em suas casas. Finalizando, esses tecidos são de grande estima para o povo e são encontrados facilmente nos comércios (Nota: Extraído e traduzido do site da Embaixada de Burkina Faso, mas com algumas alterações por questões gramaticais. Click no link para entrar no site original).

O Balafon

O Balafon é um instrumento de percussão conceituado por alguns como o Xilofone artesanal por ser ele o precursor do xilofone, mas, diferentemente do xilofone, o balafon possuirá um número reduzido de teclas. Segundo fontes, o termo Balafon vem da língua Bambara e sua nomenclatura é uma derivação dos termos "Balan" que refere-se ao instrumento mais "fô", que significa "tocar". Logo, um mestre de balafon é chamado "Balafola". Como característica, o balafon é tocado com duas baquetas e é constituído de cabaças com placas ou laminas de madeira ordenadas com diversos tamanhos, amarradas ou entrelaçadas com couro e cordas. Um detalhe importante é que por ser de origem africana este instrumento terá vários nomes, tudo dependerá da região ou país africano. Apesar do aspecto rústico, este instrumento produzirá um som muito agradável e quanto mais hábil é a pessoa que o toca, mais rápido e interessante será o ritmo da música. Caso queira ouvir o belo som deste instrumento, click aqui.



A Salteña Boliviana

Este pastel salgado chama-se Saltenha (SALTEÑA em espanhol) e ele foi escolhido como um dos cem melhores salgados de ruas. Eu recomendo porque ele é extremamente delicioso e pode ser feitos com vários recheios. Os bolivianos vão dizer que este prato é típico da culinária boliviana, contudo, um amigo argentino que mora em Sucre há muitos anos, me disse que este prato é de origem gaúcha porque este salgado era feito por uma argentina nascida em Salta, uma cidade do noroeste da Argentina. Bem, histórias e discussões à parte, o interessante desse prato apetitoso é que ele tem um horário específico para se comer na Bolívia. Logo, a pessoa que for em busca deste salgado depois de certo horário não o encontrará mais. Uma vez em Sucre fui tentar comprá-lo num quiosque e a vendedora me disse que havia acabado o horário de vender a Salteña. Frustrado, voltei para casa sem entender nada! Depois fiquei sabendo que culturalmente há uma tradição na venda deste salgado e que geralmente ele só é vendido na parte da manhã e isto pode ser entre 9:30 até 11:30 horas vai depender do lugar e da pessoa que perdura em manter ou não a tradição. 


A Cultura Boliviana

Retratar qualquer que seja o país é algo um tanto quanto complicado por conta de sua vasta história, personagens e diversidade cultural. Agora alguns destes elementos podem ser aprendidos em sala de aula ou mesmo observado pela estilo de vida do próprio povo, sua língua, arquitetura, vestimentas, valores, variados temperos e outros elementos. A imagem abaixo não é um retrato, mas um tecido onde o tecelão homenageia um parte da cultura campesina nos países andinos. Neste caso a Bolívia destacando suas montanhas (cerros), a lhama (llama, o animal), as casas de taipa e o homem do campo (campesino) com suas vestes tradicionais. Qualquer pessoa que for para esta nação ficará abismado com tantos artefatos lindos. "Viva mi pátria Bolivia una grand nación"!


Tercer Cielo - Creere



Este louvor do grupo Terceiro Céu é lindo e nós inspira a crer e buscar a Deus independente de qualquer situação, pois avançar, sonhar e CRER são vontades de Deus para nossas vidas.

Uma Nova Geração de Talentos

Esta e a nova geração do Centre de Formation de Football Garçons d'Or. Apoie este trabalho ofertando o valor de uma bola (Bradesco: Agência 0527-4 / CC: 0511472-1). Contribua com o desenvolvimento destes garotos. Eles poderiam estar jogados nas ruas, mas decidimos lhes ocupar e integrá-los na sociedade por meio da prática esportiva.


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